segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
EU ME DIVIRTO (texto)

1 - Ufa. Ufo. Ovni que uma semana tem menos de vinte e quatro horas.
2 - Mentira deslavada. Invenção paranóica. Neura pura e sem mistura.
1 - Qual o que falar assim disto tão banal, bananal, bananeira, bananamento, catavento que gira sem vento.
2 - Mais besteiras a escorrer ladeira abaixo.
1 - Então ta qu’então galo canta donde ninguém sabe e cabra berra debaixo da clavícula esquerda.
2 - Cala a boca, oh latrina oxidada.
1 - Claro que calo não, para assim pisar em seu calo que do pé subiu a um dos lóbulos dizendo - “aqui fico e me instalo” - para ver se estala a craniana caixa, ao menos por dor ou pressão que não a arterial, mas a de inchamento, intumescimento, crescimento indevido devido ao calo este que do pé subiu alterando a ordem das coisas estas, ao menos.
2 - Cala a boca, oh privada pública e notória.
1 - Claro que calo não, para assim pisar em seu calo que do pé subiu à glote dizendo “engasgo eu, engasga tu, para que a vida vire um cu”.
2 - Cala a boca, oh cloaca ambivalente.
1 - Claro que calo não, para assim pisar em seu calo que do pé subiu à próstata dizendo “vamo lá vê quem é mais macho aqui”.
2 - Cala a boca, oh, oh, oh, oh
1 - Estalou?
2 - Cala a boca, oh, oh, oh, oh
1 - Engasgou?
2 - Cala a boca, oh, oh, oh, oh
1 - Brochou?
2 - Não, não, não!
1 - Então?
2 - Calo-me! Ai!
1 - Neurologista?
2 - Ai!
1 - Laringologista?
2 - Ai!
1 - Proctologista?
2 - Ai?
1 - Já sei!
2 - Oi?
1 - Banho, barba e cabelo!
2 - E?
1 - Cala a boca!
2 - Ufa, Ufo, Ovni que uma semana tem menos de vinte e quatro horas!
1 - Isssssssssto, moço bonito! Aprendeu como se faz?
2 - Girar sem vento o banal catavento?
1 - Sim!
2 - Oh! Eis que oiço o galo cantar donde ninguém sabe!
1 - Eeeee...
2 - E a cabra berrar debaixo da clavícula direita!
1 - Esquerda, oh latrina oxidada. Clavícula, esquerda, oh cloaca ambivalente. Debaixo da clavícula esquerda, oh privada pública e notória.
1 e 2 – Há, há, há, há, eu me divirto. Hum, há, há, ô, meu deus, como eu me divirto.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
NÃO É MESMO?
Sempre se tem a noção medida e calculada de que está sendo o que está sendo?
Não, é claro!
Então porque a hegemonia do pensar que assim é? Se bem que não é a hegemonia do pensar, mas a facilidade de assim habituar – creio. Uma equação equívoca para mentes equivocadas. Se bem que não é a mente a equivocada, mas o cérebro e seu habituar – vejo.
Certa vez disse que nada é linear. E assim o é! E porque então a alma presa na reta? Se bem que não é a alma a presa da reta, mas o medo. Ou melhor, o medo é o estratagema da reta. E isto sempre, mesmo que curva pareça - observo.
Dizem o aprendizado plantar e a educação construir o futuro de cada e todos. E o hoje futuro de ontem a quantas anda por dentro dos humanos seres em suas íntimas “colheita” e “arquitetura“?
Anda, dizem.
Desanda - digo!
Anda, aceito, como sempre andou: aos empurrões entre o abaixo da cintura e o acima do pescoço. Desanda, escrevo, desandando as vísceras e destemperando os sabores do órgão que cria e ama - alma.
E tudo é e está como é e está em estando e sendo. E não há nada de errado aí, aqui ou lá. Tudo está certo – admito. Se tudo faz parte da trama... Se não cai uma folha sem a autorização Daquele, ou de Outro que já se foi, ou de Um que talvez venha... Então está tudo certo, não é mesmo? Mesmo estando errado, não é mesmo? Então se pode dizer que certo e errado, em seu nascedouro, são o mesmo, não é mesmo?
Então porque a hegemonia do habito de pensar em certo e errado? Não é mesmo? Então porque o habito de o cérebro equivocar certo e errado? Não é mesmo? Então porque a reta e seu estratagema, o medo, conduzirem pensamento, aprendizado e educação? Não é mesmo?
Sim! É mesmo!
domingo, 22 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
PORCOS DA IDADE MÉDIA
Uma vez, na Idade Média, eu tive um sonho.
Um daqueles sonhos rápidos e inesquecíveis.
Quando dei por mim, flutuava.
Flutuava acima das muralhas.
Acima das muralhas do castelo em que vivia.
Lembro que no sonho,
senti falta dos porcos.
Daqueles que eu cuidava.
Senti falta do cheiro.
Do cheiro deles.
Do cheiro daqueles porcos.
Daqueles porcos que eu cuidava.
Engraçado!
Tinha sob minha visão a paisagem,
toda, ampla, bela, forte, fresca, minha...
...minha dádiva vista de cima,
Lá de cima, de onde flutuava.
Engraçado mesmo!
Aquilo tudo a me embevecer...
E eu me lembrando dos porcos.
Lembrando dos porcos que, lá embaixo, eu cuidava.
segunda-feira, 2 de março de 2009
FIO
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
MELINDRAGEM

patinam escorregam esborracham cara carne viva esfolada espalhada juntada remontada ao som da próspera gargalhada da de máscaras porca-gorda indústria
estes de um lado
do outro aqueles também tantos quantos quiçá certamente mais muito mais apesar de sem tal velocidade inclinação exigência vício de ouvido da gargalhada ouvir e repartir (reparir) miniholocaustozinhos de sucessos esfolados em carne viva alma desalojada e jante
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
FEITIÇO
feitiço das palavras/coisas soltas largadas apartadas até que se vê a imagem de um SAPATO que passa sobre um PARALELEPÍPEDO e sem querer chuta um BLOQUINHO de madeira que nele apoiado tinha um CUBINHO feito de ALGODÃO umedecido que escondia uma ANGIOSPERMA que por sua vez devido ao chute vai parar numa CÉLULA hexagonal (daquelas com furinho que sai grama de dentro) da calçada do jardim da casa do doutor CUNHA que nada disto viu ou testemunhou embora muito provável seja que daqui algum tempo surpreso estará ao ver em seu jardim o milagre de um pé de centeio da grama brotar
e assim é também no escoar(rer) da vida – uma coisa ali, outra aqui, mais uma acolá e outra lá juntam-se sem ser nada ter em comum “praticamente” / em não sendo a vida prática (o que faria todos eles apartados manter) vê-se-a praticar (testemunho assombrado da visão) a junção das partes dantes tranquilamente apartáveis
pergunta: e não é que assim se dá / resposta: sim assim se dá / exclamação: oh / exclamação subsequente: é surpreendente / reflexão: vá-se lá sabê o que a gente ainda vai vê / conclusão: é assim que é né seu Zé
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
LARGARTAR

Bem vamos ao caso que se deu ao longo de um dia que foi na real idade uma hora se bem que podemos dizer acontecido em um minuto que alguns dirão um segundo - e assim por diante até derivarmos e conjugarmos eternidade (o que no mesmo dá):
Ela passa lenta e a um passo de um tal serpenteante caminho de pedras artísticamente firmadas colocadas fincadas em terra socada.
Lenta e ao largo – fora do alcance do olhar comum (habituado a se manter fixado no fim do caminho) passa
Deu-se assim bem assim sem ninguém ver a não ser (sabe-se lá talvez quem sabe) o ser que chamam Deus e em quem sequer imagina ela pensar existir - estar ali - feito observador de olhos direcionais e quiçá sobre ela particularmente agudos
Passa como desde sempre fazem iniciando lá na larva até a imaginação dos do caminho de pedras artisticamente colocadas ver que do invólucro saiu - aí então (verão que) voará - o que se dará da mesma forma como em qualquer seguir segundo a visão dos de passos sobre as artísticamente colocadas pedras do caminho
Ela é ela e lá está a passar - segue (ondulando voando) ausenciada dos artísticizados caminhozinhos que flutuar parecem sobre socada terra seja lá de que cor seja ou tenha sido
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
FÁCIL
aqui não se dá um intróito de algo mas algo que desintróita e vai de sola – schlep schlep schlep passa passa fica lá trás – desintroitado estando que então se dê a partir de já a fala texto papo conversa que desenrola a língua/dedos bla bla bla tec tec tec tec tec tec tecendo que não há nada que não seja fácil ou para melhor dizer tudo é fácil e problema não há desde que se largue solte a a história de antes e também a que talvez seja a de depois – bem que isto parece um intróito – mas não é não não não – digamos que o ponto seja escolhido e cheguemos ao: “tudo é fácil” – em sendo assim tudo é fácil e nada há para se fazer a não ser fazer – simples como nascer e morrer – descomplicado como respirar – fácil como tremer por dentro frente a visão ou memória de todo e qualquer real tesão – hehehehehe (como andam usando por aí) – fácil muito fácil tão fácil que pavor desperta – hahahahaha (com exclamação) – e o pavor cria os intróitos criam os desvãos desenvolvem os buracos propiciam as quedas ensinam o martírio acumula “medo de” embota alma vida vira instituição quer proteção usa poder para manter mantener o estado das coisas só coisas nada mais que coisas fazem tudo coisas cheias de intróitos interminávelmentementementemente mente repetitiva – monocordiedades de uma linha forçadamente reta inventadamente reta exigidamente reta agressivamente reta cruelmente reta feito lança que entra atravessa e alimenta reta e constantemente a mente mentecapta engendradora de mentecaptas coisas andandes e fazentes de também só coisas cada vez mais complicadas teias de em vida morte à espreita tensão stress socorro que difícil assim fica de ser fácil como simplesmente é assim de sola que sem intróito se chuta o Tarzan pra longe da Xita – e assim por diante sábado, 31 de janeiro de 2009
CORRECORRE
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
INTERVALO
Ahhhh Aleluia do presente estrondo em luminoso azul – rápido eficiente esperta desperta alerta – Iansã e Xangô “eu te amo” gozam explodem energizam eletrificam excitam fazem urgir tensão tesão. Ahhhh (saco!) a ausência do um – aquele - juntos juntar o gozo ao encharcado de tempestade chão da sala sob escancarada janela trespassada de água e desejo em força de vida e natureza nua – em nada crua apesar de cruel distância haver entre acontecer/se acontecesse. Ahhhh ao menos eles os deuses apontam a não existência do intervalo... – que para nós ainda é vala comum dos cadáveres de nossos adolescentes soldadinhos do desejo.sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
sábado, 20 de dezembro de 2008
KAKI DEJORI KIKU

Kaki dejori kiku! Dájeri jifé cakodí emas iléli diréjos imi dejilós. Ífida isê, ké tófajo eko-kado da nori dúposi. Ta ome tadócavos, todipí, séfosa. Olôleli as palélu! Cecipús dis pésofi, puselílu, risódemi, osa, jojiro? Tedí! Apiçô pédi romé os ifimadú seçásimo néturi. Osoci dós, imási majobisú, idu rosa, odisi dísuso. Íduso sô ólis asode risemélis. Ídosu, joro milopôsidu, olí ésdato lômosi di ônisu - lisór idevalós! Kiko dejori kaki!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
HISTÓRIA DAS COISAS - O VÍDEO
http://videolog.uol.com.br/video.php?id=353307
Zóio bem aberto pois bem que bem não estamos e não vamos desta assim forma para lugar algum onde felicidade esteja seja daquela que põe n’alma da gente sossego e gostosura de tudo bem estar no movimento milenar das ações humanas na vida seja dia-a-dia seja multi-secular.
Sabedores somos na periferia de nossas consciências que ao largo tem passado a sabedoria de saber ser e exercer vida harmonia bem-estar geral de todos os nós em todos os muitos bilhões que por aqui neste bola girante respiram.
Pieguices à parte fato é que há cegueira e zumbizices em comportamentos e atitudes nossas gado agoniado pelo medo da ausência de pastagens que ignorantes não vemos aqui estar desde muito e para sempre perenes – e dá-lhe que corre para longe muito longe tão longe que do território do medo não sai.
Hora hora hora que hora é quiça talvez certeza temos de xô xô xô exigências desnecessárias e desmanteladoras da vida - aquela que conta com a existência do outro sim o outro que não este pisado sapateado coisificado de tal maneira jeito que coisa vira - e olha que risco corremos de por hábito genética virar e virarmos nadas que nadam nas chamas de um fogaréu inventado para que nademos atrás de quiméricas águas prometidas e nunca cumpridas posto que se cumpridas fogaréu ó puft puft some desaparece se desmantela em nadas - ufa enfim libertos.
Posto isto pensar é bom - sentir também e raciocinar é o melhor quando a ponta do novelo é o gozo e tesão pelo bem-estar inteligente, ativo e geral dos homens, do mundo e das coisas e suas histórias as novas as que serão as do porvir e devir transmutado transformado como na real natureza assim é e sempre será - quaquaraquaquá.
E ói que desde dantes diz o de sempre Avatar – se num vai pelo amô, vai pela dô – hehehehehe.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
JULIANA GARCIA - exposição AINDA GENTE

Vai lá que ela e dela obra é daquela gente que a gente olha chega perto e se encanta com o encanto - encanto doce e firme e macio e ainda mais é Juliana Garcia Que Delicadeza Pontiagudamente Carinhosa - é vez e hora de lá ir pertinho dela obra a sua que junto dela ainda mais gente a gente fica.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
ARGH
não quero ficar triste pois já estou na medida em que posso deixar de estar - simples virar mudar girar e deixar ficar o que era foi mesmo que inda agorinha parece bobagem besteira ninharia mediocrices beirando o piegas e a infantocraciaMas porra – é o que é e está!
intervalos infinitesimais parecem uma eternidade maçante quando no pequeníssimo trecho se crava a atenção tal qual âncora - não às âncoras ao mar - sim às velas ao vento - que naufrague e afunde que singre e cruze que de porto em porto seja o movimento – Argh - aquele de fazer quando se enfia o dedo na garganta por vontade própria, querendo, desejando em ação pura purificar – argh, argh e argh – já estar triste não quero pois estou na medida em que deixar de ficar posso
sábado, 29 de novembro de 2008
NATURE BOY (para Cezar Altai)
Ele, hehe, auto-fez os retratos e enviou. Eu vi e adorei. Pesquei, lá de trás, NATURE BOY. Pronto! Dedicado à ele, o Cezar, o Altai, artista do caralho!, amigo de longa data, parceiro ÃO e “BICHO DA MESMA SENDA”.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
OLHANTE
sábado e domingo mistura de tudo que se pode imaginar quando sentados em alguma praça passamos a vida a olhar com olhos de quem olha e de quem não passa assim meio entre separado apartado distante alienado - alienação ação de alienar alien ali em ação - pára-quedas cai e não desce corpo desce e não cai avião passa na praça desfigurada de tanto passar passantes cair pára-quedas descer sem olhar o olhar o dos olhantes os olhos passantes os desfilantes corpos os alijados os ali aleijados os de sem reais olhos os de olhar com olhos de quem não olha o olhar de olhos que olham alguma praça sentados quando se pode imaginar tudo que mistura de domingo e sábado
sábado, 22 de novembro de 2008
FRUTO MADURO
Espero o sinal desconhecido.
Maduro, balanço.
Uma já não me quer
Enquanto a outra me fita.
A queda é inevitável
(eu sei).
Uns apodrecem aqui
enquanto outros ali
A não ser
alguém passe
colha
coma
digira
evacue lá
Lá é o lugar da semente
onde a reta continua
infinitamente.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
FFFFFFFFFFF...
pontos muitos multitudes
multidões ponticulares
partes juntas de pontinhos
vejam só, que grudadinhos!
sopro sopra curva lá
sopra aqui sopro acolá
‘té que curva linha dança
vejam só que danadinhos
os pontinhos, olhem lá!
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
LÁGRIMAS NEGRAS
Negro. Maciez sedosa. Branco e chocolate.
Camiseta e pele. Ombro à mostra. Andar trôpego.
Olhar lento sob pálpebras a quase fechar.
Alto, longo, líneo – elegância aquele ombro à mostra.
Talvez tristeza ou repulsa à quem veja e pense.
Nele: doçura bêbada com a qual cruzei.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
BEM ADIR BEM IZAURA
Inteira juntos Seu Adir e Dona Izaura uma vida. Inteira a vida junto deles e deles inteiramente juntos tantos outros e outras e momentos fatos vida. Loucos malucos doidinhos lelés pancadas e etecétera e tal, pois não há neles resquícios sobras arestas de desamor desrespeito desafeto – tudo sempre foi mais, muito mais e sempre prontos para o riso harmonia festa alegria astral sabedoria. E isto tudo tendo tudo o que todos têm de aquilo que chamamos de merdas, um saco, chatices, dissabores, decepções, barras-pesadas e assim por diante, se bem que para eles, no adiante só seguir ir ver conhecer resolver aprender viver viver viver e... e... e... Digam-me se doidos não são? Sim ou não? Eu digo sim! Doidos de vida e de amor, amor do bão, daquele que não teme o se dar o se misturar o se amalgamar em nobre metal preciosa pedra curativa e curadora fazedora de arte obra em vida. Ele Adir e ela Izaura. Eles nortes portos azimutes vetores flechas de cupido querido queridos meus nossos Dona Izaura e Seu Adir – hehehehehe, adoro assim chamá-los clamá-los orá-los bendizê-los e neles assim me espelhar tal qual se faz frente diante amados ídolos – eles meus de ternuras plenos posto que animados pela vida sempre agora.
domingo, 9 de novembro de 2008
DANI UMPI E ADRIAN SOIZA em DRAMÁTICA
DANI UMPI + ADRIAN SOIZAAnticipan su disco “DRAMÁTICA”
EL CUBO - martes, 11 de noviembre - 21:00 - Zelaya 3053 (entre Anchorena y Jean Jaures - Abasto)
De este modo canciones de Raffaella Carrá se vuelven chacareras, cumbias villeras mutan en elegantes bossa nova y ritmos folklóricos de visten de funk. Una ensalada donde el principal aderezo es el agrio encanto del desamor y que incluye a Camilo Sesto, El Otro Yo, Yuri, Redonditos de Ricota, Valeria Lynch, Ace of Base, Nestor en Bloque y Fun People, entre otros, pasando del uno al otro como si tal cosa.
Sofisticado y freak.
Solemne y risueño.
Las penas de amor con sus más brillantes lágrimas.
http://www.myspace.com/dramaticamusical



